Paciente furtado no leito da emergência do Albert Sabin, e fato tratado com descaso pela equipe do hospital. Motorista de táxi 62 anos sentindo fortes dores na região dorsal procurou os serviços do CENTRO HOSPITALAR ALBERT SABIN, na madrugada do domingo 15 de maio de 2011.
Foi medicado e permaneceu internado na área de repouso e observação.
No início estava sem acompanhante, e devido ao soro que tomava sentiu necessidade de ir ao toalete, que ficava ao lado onde estava de repouso. Ao fazer isso deixou seu celular sobre a cama/leito. Sua ausência não durou mais que 05 minutos, mas foi o bastante para que furtassem o seu celular. O furto ocorreu às 05:50 do domingo. Não havia na área onde se encontrava nenhum outro paciente ou pessoa estranha. Não havia nenhum movimento intenso de pacientes na ala da emergência!
O senhor/paciente deixa neste momento de ser paciente e sim vítima por parte de TODA EQUIPE DE ATENDIMENTO da área da EMERGÊNCIA do ALBERT SABIN. Esta equipe teve uma atitude de total descaso com o paciente/vítima. Não prestaram menor assistência a sua necessidade de ajuda de localizar o celular desaparecido, furtado. Quando cheguei para acompanhar o senhor, que é meu pai, eu o encontrei muito agitado, não pela dor física, mas pelo fato lamentável do seu celular ter sido furtado dentro da emergência e os funcionários de plantão do Albert Sabin não terem dado atenção, assistência; não tomaram nenhuma providência.E esse comportamento continuou comigo, filho do paciente/vítima. A indiferença e ausência de providência foram ao extremo. Quando pressionei para falar com supervisor da área da Emergência para saber que providência a equipe tinha tomado, o que informaram timidamente é que haviam registrado no livro de ocorrência o fato. Pedi que me mostrassem o registro. Neste momento constatei 03 fatos:
1. Quem me atendeu se passou no início por um supervisor, que solicitei; não existia nenhum responsável pela área naquele momento;
2. Que o descaso também ocorreu por quem tinha o dever de registra a ocorrência.
3. No livro de ocorrência constava o primeiro nome de outra pessoa e o sobrenome do meu pai, a vítima. Além de indicar no relato o número de um leito desativado, e não o que foi utilizado pelo meu pai. Quanto mais eu questionava de modo firme, porém educado, mas ficava evidente a lamentável ausência de atenção, conhecimento e providências. Negaram-me uma declaração por parte do hospital sobre o registro do furto. Insistiram que caso eu tivesse interesse e disponibilidade retornasse ao hospital na segunda-feira para verificar o que poderia ser feito. Era evidente que nada seria feito naquele momento. E mediante a isso foquei minha atenção em socorrer meu pai, e providenciar sua alta. Não cito aqui o outro lado triste da história, o péssimo atendimento médico e as péssimas condições física da área da emergência do Albert Sabin. Antes de sair do Albert Sabin com meu pai renovei o pedido junto aos funcionários: que internamente comunicassem de modo claro que o paciente desejava pelo menos o chip do seu celular.
Retornei para casa com meu pai com o mesmo quadro de dor lombociatologia e extremamente revoltado com o fato do furto dentro do hospital Albert Sabin e o descaso como foi trato pelos funcionários. Detalhe: 15 minutos após a nossa saída da emergência do hospital Albert Sabin o meu celular acusou, através do recurso da TIM, que o celular do meu pai tinha sido rapidamente ligado e desligado. read more