Jantar de 8 pessoas numa segunda feira:
Ao entrar na Casa Nepalesa as paredes em pedra e os diferentes tons de madeira transportam-nos para um outro lugar...
Os candeeiros caídos do teto enquadram-se bem na decoração, apenas as luzes brancas de teto podiam ser trocadas para uma luz mais amarela, de modo a não destoar tanto de todo o ambiente em redor.
A refeição: o clássico garlic naan abriu as honras, acompanhado dos quatro molhos, cuidadosamente descritos de modo a não haver engano entre os que são e os que não são picantes (atenção que o mais picante, o verde, é mesmo muito picante!)
Experimentámos uma entrada que se assemelhava a uma mistura entre um dumpling e um ravioli, cujo nome não fixei, mas aconselho vivamente.
Pedimos diferentes pratos, para experimentar vários, no entanto, como esperava, o meu pedido foi, de longe, o meu favorito. As gambas com coco, natas e aroma de especiarias estavam per-fei-tas! As gambas eram "das grandes" e os olhos começaram a comer assim que o prato chegou à mesa. A textura cremosa do molho estava no ponto. E por fim, a combinação coco gamba é de ir ao céu e voltar. Para acompanhar, bebi um sumo de manga e iogurte, perfeito para cortar o picante dos pratos.
Agora o triste motivo pelo qual dei 4 e não 5 a esta casa: as sobremesas. Pedimos a degustação de sobremesa para dois e foi uma grande desilusão. Um trio composto por uma espécie de panacota, um estranho arroz doce e uns fritos que ninguém, nem o mais guloso da mesa, apreciou. Para além disso, o ruído da casa cheia era tal que, numa mesa de oito, só conseguir ouvir a pessoa ao meu lado e a da minha frente...
Para terminar, boa relação qualidade-preço.
À saída, dois empregados, um de cada lado da porta, despedem-se dos visitantes, como um fechar da experiência que acabámos de ter.
Conclusão: Lugar a voltar, sempre com marcação, preferencialmente num dia calmo, de modo a não ter tanto ruído. read more